Em 1903, o jovem escritor Franz Kappus, que deseja se tornar poeta, escreve uma carta pedindo conselhos ao já conhecido Rainer Maira Rilke. Com essa iniciativa, tem inicio uma serie de troca de correspondências, em que Rilke não só responde aos questionamentos de Kappus, como também aborda inúmeras questões relativas ao exercício da poesia e à existência do ser humano: criação artística, necessidade de escrever, inspiração, sexo, Deus, relacionamentos, solidão, critica, morte e vida.
Quando questionado para dar uma opinião sobre os versos escritos pelo jovem escritor, Rilke alerta: “O senhor olha para fora, e é isso sobretudo o que não deveria fazer agora”. Nesse ponto, faz um breve discurso sobre a necessidade de escrever. “Uma obra de arte é boa quando surge de uma necessidade”, afirma Rilke e acrescenta que, surgindo dessa forma, o artista que a criou não se importará com qualquer tipo de critica ou opinião a respeito de sua criação, pois ela já tem sua importância para o criador, já nasce fruto de uma necessidade pessoal do artista. Não importa o que a critica vai dizer se já tiver algum significado para nós mesmos.
Rilke fala, em outra carta, sobre a solidão e a necessidade de estar só, consigo mesmo. “Entrar em si mesmo e não encontrar ninguém durante horas”. Perceber quão mesquinhas são as preocupações dos adultos nos dias de hoje, perceber como as pessoas as vezes perdem tempo dedicando-se a problemas de ordem material e esquecem de olhar para si próprio e ir em busca do que realmente as fazem felizes.
Quando questionado para dar uma opinião sobre os versos escritos pelo jovem escritor, Rilke alerta: “O senhor olha para fora, e é isso sobretudo o que não deveria fazer agora”. Nesse ponto, faz um breve discurso sobre a necessidade de escrever. “Uma obra de arte é boa quando surge de uma necessidade”, afirma Rilke e acrescenta que, surgindo dessa forma, o artista que a criou não se importará com qualquer tipo de critica ou opinião a respeito de sua criação, pois ela já tem sua importância para o criador, já nasce fruto de uma necessidade pessoal do artista. Não importa o que a critica vai dizer se já tiver algum significado para nós mesmos.
Rilke fala, em outra carta, sobre a solidão e a necessidade de estar só, consigo mesmo. “Entrar em si mesmo e não encontrar ninguém durante horas”. Perceber quão mesquinhas são as preocupações dos adultos nos dias de hoje, perceber como as pessoas as vezes perdem tempo dedicando-se a problemas de ordem material e esquecem de olhar para si próprio e ir em busca do que realmente as fazem felizes.
"Se o cotidiano lhe parece pobre, não o acuse: acuse-se a si próprio de não ser muito poeta para extrair as suas riquezas" (Rilke)
Gostaria de ter tido professores quase tão generosos quanto Rilke foi...
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